quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Contrato Matrimonial



Sempre achei frescura essa história de casamento na igreja. Primeiro porque não sou chegada em uma festa. Segundo porque gosto das coisas simples da vida, portanto uma  cerimônia simples e reservada só para os mais íntimos é o suficiente.  E terceiro porque não concordo com o clássico contrato matrimonial que diz: Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até que a morte os separe?

Nada faz mudar essa minha concepção. As condições oferecidas pelo padre/pastor deveriam ser modificadas. Então, porque não sugerir novos sermões quando os noivos estão a beira do altar? Ai vai algumas idéias:

- Promete não mudar seus bons costumes e continuar sendo uma pessoa amável, carinhosa e dedicada como no início do relacionamento?

- Promete não usar a falta de tempo como desculpa para o desgaste do casamento?

- Promete ser humilde o suficiente para reconhecer seus erros e tentar concertá-los?

- Promete optar pelo diálogo após um desentendimento e não por um bocado de palavrões, socos ou pontapés?

- Promete não julgar seu cônjuge antes de ouvir os dois lados da história?

- Promete não fazer da intimidade uma aliada para que você abuse da boa vontade de seu companheiro?

- Promete segurar o ciume e controlar seus impulsos para que isso não venha afetar sua relação?

- Promete fazer filhos por vontade e se fazer presente na educação deles não deixando tudo sob responsabilidade de seu parceiro?

- Promete relembrar os velhos tempos do início do namoro, só para apimentar a relação e fazer feliz quem está ao seu lado?

E o principal:

- Promete ficar ao lado do seu cônjuge por ama-lo de verdade e não por conveniência?

Então, sendo assim, declaro-os marido e mulher!


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