terça-feira, 9 de setembro de 2008

Flexibilidade

 
Sempre fui fã de provérbios. São verdadeiros. Um em especial me serve de referência: não há que ser forte, há que ser flexível. Estou pondo ele em prática.

Flexibilidade, é isso. Uma palavra simplória capaz de evitar brigas, constrangimentos, mágoas e até dor de cabeça. Eis aí um santo remédio para a saúde mental das pessoas. Pior que o desgaste físico, só mesmo o emocional. Ele é capaz de nos deixar de cama e o risco de contraí-lo é altíssimo. Isso explica o fato do paciente ficar isolado. O tratamento é longo. É preciso uma alta dose de compreensão, afeto e sensibilidade. Numa seringa coloque amor e dedicação. Injete diretamente na veia: o efeito é mais rápido. Será notório a melhora do indivíduo. Pode ter certeza.

Muitas pessoas são vistas mas não são enxergadas. Às vezes tudo o que precisam é de um gesto de carinho, uma palavra doce em situações boas ou ruins. Mas para que isso aconteça é preciso arrancar do peito toda mágoa, todo ressentimento e todo rancor em relação ao nosso próximo. O primeiro passo é aprender a ser fexível. Saber respeitar e se adaptar as diferenças. Apesar de tudo.

É difícil? Bastante. Mas com o tempo vem a maturidade. Com a maturidade vem a experiência. E com a experiência vem a certeza de que todos são diferentes e é preciso entender e aceitar essa realidade. Quer queira ou não. Portanto, abra mão do seu orgulho, da sua rispidez, da sua dureza, do seu amor próprio e de tudo que possa prejudicar sua saúde mental. Absorva só o que for bom. Faça o teste.

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